Quando iniciei os estudos de teclado de percussão (xilofone, marimba e vibrafone) com 2 baquetas, lembro do sufoco que foi sair das grandes e largas peles para as pequenas e estreitas teclas.
Muitas vezes foi desanimador, parecia tão difícil acertar a nota certa, pois, ora acontecia de tocar na tecla errada, outras tantas um simples raspar nas teclas vizinhas ou simplesmente minha leitura que era deficiente mesmo.
Bem, mais o tempo passou e o que era ruim ficou ainda pior, com o advento das 4 baquetas, e na minha época de universidade ainda não tinhamos a técnica do Stevens, ou estudávamos a tradicional de 4 baquetas ou a do Gary Burton.
Bem, mas aonde quero chegar depois de expor toda minha penúria com os teclados, a questão é: ” Como devemos iniciar os estudos de teclado, com 2 baquetas ou partir logo de cara para as 4 baquetas”, visto que todos os exercícios que fazemos com 2 baquetas (escalas e arpejos principalmente) deverá ser feito com as 4.
Bem, mais o tempo passou e o que era ruim ficou ainda pior, com o advento das 4 baquetas, e na minha época de universidade ainda não tinhamos a técnica do Stevens, ou estudávamos a tradicional de 4 baquetas ou a do Gary Burton.
Bem, mas aonde quero chegar depois de expor toda minha penúria com os teclados, a questão é: ” Como devemos iniciar os estudos de teclado, com 2 baquetas ou partir logo de cara para as 4 baquetas”, visto que todos os exercícios que fazemos com 2 baquetas (escalas e arpejos principalmente) deverá ser feito com as 4.
Será que ganhamos tempo começando com as 4 baquetas ou é realmente necessário o inicio natural e gradativo com as 2 baquetas.
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