Fim do Volume 2

27 de setembro de 2009

Terminou nesse final de semana as ultimas paginas de exercícios e ritmos do livro Pandeiro Brasileiro Volume 2.

Alem dos execícios e ritmos apresentados, o livro possui dois estudos para dois pandeiros com variações de formula de compasso, alem de uma peça solo e um duo.

Daqui alguns dias será postado uma peça do terceiro livro, “Estudos e Peças para Pandeiro Brasileiro”, livro exclusivo de composições e estudos feitos especialmente para um até quatro pandeiros.

E tambem alem disso entra em breve as aulas do novo livro Tambores do Brasil para instrumentos de samba e percussão multipla e a venda do mesmo.

Obrigado e abraço a todos.

O que isso nos afeta?

14 de agosto de 2009

Quando nesses últimos dias, o Senado Federal anda passando por essa crise dos atos secretos, que por sinal em sua maioria desses atos são nomeações de parentes dos próprios senadores, porque isso nos afeta mais do que gostaríamos, qual é a nossa relação com tudo isso e porque isso  irrita tanto a todos nós.

Vamos pensar, o senado como muitos orgãos públicos foram criados para que a necessidade de um povo e a democracia pudessem ter suporte, apoio e formas de concretizar uma vida melhor para toda a população brasileira. Mas parece que esses orgãos perderam o foco de sua real utilidade, eles não nos servem, mas  apenas aos que deles se apoderaram. Então provavelmente vários ministérios devem seguir a mesma linha.

Estão usando todo o dinheiro apenas para manter o orgão e se pagarem, e nos ignoram completamente, somos estorvos quando exigimos algo e por não deixá-los em paz, isso é ridículo e absurdo o tamanho do nosso prejuízo social e econômico é gigante, vivemos anos atrás de paises desenvolvidos por causa de fatos como esses.

 Lembro que  tempos atrás a ginasta Jade Barbosa, estava com o pulso machucado e o orgão que cuida dos esportes olímpicos simplesmente ignorou isso, ou seja não a operaram. Eles não podem ter dinheiro para qualquer tipo de gasto interno, viagem de ministro, hotel para assessor ou mesmo café   para convidados e deixar uma atleta que representa e representou o Brasil várias vezes sem assistência médica, o ministério foi criado para dar suporte aos atletas e não ao contrario, seu único fim é de assistência, apoio ou qualquer coisa que o valha para não deixar que nossos atletas possam passar por situações delicadas ou como essa de abandono explicito como aconteceu com a Jade. 

É fácil imaginar que outros ministérios ou orgãos públicos fazem o mesmo (Fazenda, Educação, Planejamento, CULTURA), acabou sendo que o fim deles é cuidar deles mesmos e dos parentes que porventura entram em idade produtiva e são socorridos por párentes colocados nesses orgãos públicos. ISSO É PROFUNDAMENTE IRRITANTE.

Sei que esses fatos não são percussão com certeza,  mas eles estão cada vez mais atrevidos, enquanto observam nossa apatia e indiferença, talvez isso mude, sinto que vai mudar.

 Essa falta de dignidade tem limite e estamos todos profundamente chateados com tamanho desprezo dos politicos por nós cidadãos, e uso indevido do nosso dinheiro.

 

Comente, de sua opinião, como você se sente?

 

Volta as aulas!

31 de julho de 2009
Voltam a ser postadas nesse final de semana as aulas de pandeiro do livro “Pandeiro Brasileiro” agora com o Vol. 2.
Como disse em outro texto as aulas serão mais difíceis, com exercícios mais complexos e ritmos mais elaborados, natural para quem quer aperfeiçoar sua técnica. Um dos diferenciais é a técnica de “tapa com polegar” que vem para acrescentar mais uma forma de criar belos improvisos e ritmos, e acreditem, alguns dos grandes feras usam.

Também nessa semana que entra,  quem tiver interesse em adquirir os livros ou o Ceramofône, poderá usar o cartão de crédito, com a facilidade de dividir o pagamento em várias vezes, caso assim prefira. O cartão será processado pelo paguol, empresa que lida apenas com isso, e não diretamente com o site que não terá acesso aos dados do cartão, portanto é um jeito seguro de compras e o referido site, faz vendas dos produtos de diversas empresas do Brasil.

Em breve, o Ceramofone de 3ª geração, com a cara da marimba Musser, que dizer parecida com a Musser claro e agora virá com rodinhas, daqui alguns dias mais detalhes.

Grande abraço a todos

 

 

Fim do Volume 1 em breve o Volume 2

14 de julho de 2009

Bem, nessa semana terminamos as aulas postadas do “Pandeiro Brasileiro vol.1”, foram oito aulas com exercícios e ritmos diversos.
O livro foi pensado de forma que os exercícios fossem sistematizados para facilitar o desenvolvimento e aprimoramento de cada movimento de mão, e aperfeiçoamento do som e da técnica.
Espero que a notação criada pelo meu amigo Carlos Stasi, tenha sido “aprovada” de forma que, apesar da semelhança com a notação tradicional de música, ela dispensa as cinco linhas, por não usarmos os tons e com isso facilitar a leitura para o entendimento de tudo que propomos nos livros.
Imprima as partituras e sugerimos o começo dos estudos com os exercicios  ”Combinações Básicas”, que é uma forma de pré-aquecimento para todos os exercícios e ritmos posteriores.
Gostaria de propor o “faça voce mesmo”, ponha a mão na massa quando sentir dificuldade em alguma técnica. Experimente e Crie seu exercício, Escreva no Papel para repetir e tê-lo sempre em mãos e se houver necessidade ir aprimorando até chegar no “Exercício Final” que irá ajudá-lo a superar seus obstáculos, na sonoridade ou movimento do pandeiro. Claro que independente disso, você poderá optar por adquirir os livros, pois terá a continuidade de tudo que foi apresentado até agora, e são muito mais exercícios e ritmos.
Estaremos de volta em breve com “Pandeiro Brasileiro vol. 2” com exercícios e ritmos mais dificultosos.
Valeu e muito obrigado a todos .
Luiz Roberto Sampaio

Percussionista e Baterista, normal ou extravagante?

6 de julho de 2009

Somos  figurinha carimbada mesmo, como dizem outros instrumentos, a ovelha negra e desgarrada da música. Dizem eles que: mal lemos partitura, pouco entendemos de harmonia e melodia e por causa disso, outros naipes se acham mais e melhores que nós.
Mas reparem, não existe percussionista ou batera triste, não conheço nenhum que tome alguma tarja preta, somos descompromissados com a parte burocrática da vida e adoramos todos os tipos de música; enquanto isso, cantores, guitarristas, violinistas, conheço um monte que… deixa pra lá
Passeamos e trafegamos em todas as áreas e ritmos e temos que demonstrar desenvoltura e conhecimento, não é fácil mas é bom demais.
Não há tempo de ficar triste, temos que estudar e conhecer a percussão da escola de samba aos de uma orquestra sinfônica, decifrar um solo de bateria e conhecer e desenvolver técnicas de instrumentos diversos e tão distintos que podem ser classificados em naipes dentro do naipe, como baquetas, mãos, chacoalhar, raspar, chocar , 4 baquetas, alem da obrigação de suingar e sermos extremamente precisos para que os outros não atravessem.
Isso é PERCUSSÃO, vasta e impossível de ser catalogada, é grande e linda demais.

O que vocês acham, é isso mesmo, reflitam, dêem sua opinião.

2 ou 4 baquetas, o difícil começo no mundo dos teclados de percussão.

14 de junho de 2009
Quando iniciei os estudos de teclado de percussão (xilofone, marimba e vibrafone) com 2 baquetas, lembro do sufoco que foi sair das grandes e largas peles para as pequenas e estreitas teclas.
Muitas vezes foi desanimador, parecia tão difícil acertar a nota certa, pois, ora acontecia de tocar na tecla errada, outras tantas um simples raspar nas teclas vizinhas ou simplesmente minha leitura que era deficiente mesmo.
Bem, mais o tempo passou e o que era ruim ficou ainda pior, com o advento das 4 baquetas, e na minha época de universidade ainda não tinhamos a técnica do Stevens, ou estudávamos a  tradicional de 4 baquetas ou a do Gary Burton.
Bem, mas aonde quero chegar depois de expor toda minha penúria com os teclados, a questão é: ” Como devemos iniciar os estudos de teclado, com 2 baquetas ou partir logo de cara para as 4 baquetas”, visto que todos os exercícios que fazemos com 2 baquetas (escalas e arpejos principalmente) deverá ser feito com as 4.

Será que ganhamos tempo começando com as 4 baquetas ou é realmente necessário o inicio natural e gradativo com as 2 baquetas.

Reflita, comente de sua Opinião

 

 

 

Ser especialista, é o melhor caminho?

7 de junho de 2009

Às vezes percebemos que a dúvida do percussionista, devido a grande quantidade de instrumentos que temos no naipe da percussão é: Tornar-se especialista no pandeiro, é a melhor saída para trabalhar em nível de “Top de Linha”.

Como todos sabemos (a gente desconfiava, mais só foi ter certeza com o tempo), o Pandeiro é bem mais complicado do que aparenta.

Precisa de uma técnica apurada e para tanto, precisamos de horas de estudo diárias, meses de ensaio para aprimoramento e anos de apresentações em diversos grupos e condições distintas, desde: tocarmos os ritmos mais usualmente praticados no pandeiro ou mesmo “levadas inovadoras” que constantemente surgem na música brasileira, e deverás temos que estar quebrando a cabeça para encaixar uma batida apropriada.

Ou será que por exemplo: Estudar outros instrumentos de percussão como a caixa, instrumento de técnica refinada, também pode ajudar e influenciar numa melhor performance com o Pandeiro.

Dai vem nosso questionamento: Qual caminho o percussionista deve escolher para estar entre os grandes pandeiristas desse país, a especialização ou a diversificação?

Pense, comente de sua opinião!

Ler partitura amplia os saberes sobre música?

29 de maio de 2009

Até pouco tempo atrás, as notas musicais eram quase que um tabu para o percussionista popular, a informação e o conhecimento, vinham quase que exclusivamente através da observação dos percussionistas profissionais, ou das aulas quando tentávamos imitar as mãos do professor e suas batidas. 

Muitos de nós se vangloriávamos disso, adquirir o conhecimento apenas através da sua pratica e dotes naturais, era a prova da capacidade de tocar sem precisar de toda a erudição necessária, que músicos de outros naipes buscavam adquirir, para melhorar sua pratica.

Com as partituras para percussão, será que isso mudou para melhor? Elas realmente podem ajudar a obter o conhecimento e melhorar nossas performances?

A grande quantidade de métodos e livros para percussão aposta nisso, pois pretendem ampliar o conhecimento para que através dos livros, e das  notas musicais, o percussionista alcance uma melhor técnica e consequentemente uma performance mais elaborada em sua vida profissional.

O que voce acha?

Comente e de sua opinão!!!